terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Arch Enemy - Quem vê cara não vê voz, quem escuta voz não vê cara

Post pronto a semanas, acabei deixando nos rascunhos, mas agora vai...

Quem vê cara não vê voz, quem escuta voz não vê cara. Enfim... retornando mais uma vez prá veia musical do blog, hoje tive uma grata surpresa ao conhecer uma banda não muito nova, mas que não fazia a mínima idéia de sua existência: Arch Enemy.

É uma banda de Metal, algo até pouco escutado por mim, não passo muito de Scorpions, Metallica, Sepultura e Iron. Uma das coisas que chama atenção na banda, é que a vocalista é mulher, e manda muito bem num estilo completamente dominado por homens.

Foto da moça:




Vídeo da música My Apocalypse:



Album para baixar:
http://www.4shared.com/rar/c1HHG5Pn/Arch_Enemy_by_Fantico.htm

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Hoje é culinária - Pudim da Fortuna

Com excessão de 2004, ano que vim morar em Erval Seco, todo ano passo o natal com a família em Porto Alegre, e o ano novo em Erval Seco, vez que outra a mãe passa junto, e por várias vezes passava junto com a minha amiga Cleusa e sua família.

Ainda não sei se ganharei visita da família ou não, mas para um lado ou prá outro tenho certeza que irei.

Algo indispensável numa ceia para estas datas são as simbologias, a de natal nunca me preocupei por que nunca estive envolvido na preparação, no máximo fiquei encarregado das bebidas(sim, tem gente que confia em deixar cerveja sobre a minha tutela).

A de ano novo, algumas vezes feita aqui em casa, nunca deixei de lado as simbologias de boa sorte, prosperidade, fortuna, enfim...

Porco, lentilha, uva, frutas e até pipoca sempre estiveram presentes a mesa. Para muitos são apenas superstições, prá mim é algo importante, que sozinhos não farão diferença alguma, mas que com fé, trabalho duro e força de vontade podem ajudar a se ter um novo ano muito positivo.

E com essa simbologia, adaptei duas receitas que gosto muito, e batizei ela de Pudim da Fortuna, uma opção amarela como ouro para enriquecer a mesa, o paladar e o bolso dos viventes. As receitas originais Pudim de Leite Condensado e Bolo Cremoso de Milho Verde, ambas que tem várias maneiras de fazer, googleia aí que descobre. A minha receita do Pudim da Fortuna, original, não vai achar em outro lugar, só aqui.

Bom, é uma experiência, a primeira vez que faço, então preferi testar antes do dia 31, e acho que aprovou. Algum ou outro detalhe pode ser revisto, talvez mais uma de leite condensado e tirar o açucar, mas o original da receita está aí. Amanhã as minhas cobaias na prefeitura poderão dizer melhor que eu se realmente ficou bom.

Não esqueçam de acompanhar os comentários, pois ela ainda está em fase de evolução, e por ali vou ir demonstrando as alterações."

Ingredientes - Pudim
4 ovos
1 caixa de leite condensado
2 colheres de farinha de milho ou polentina, daquela bem fininha
2 latas de milho verde sem a agua
1/2 xicara de açucar

Calda
3/4 de xicara de açucar

Modo de Preparo
Coloque todos os ingredientes no liquidificador, bata bem por aproximadamente 5 minutos

Enquanto o Liquidificador faz seu trabalho, coloque o açucar da calda em uma forma, aqueça no fogão e faça a calda, e unte toda a forma com essa calda.

Despeje o liquido do liquidificador na forma e asse em banho maria durante aproximadamente 1 hora ou quando estiver sequinho como um pudim normal.

Leve a geladeira na forma ainda, espere gelar bem (o que não fiz, louco prá postar o resultado no blog, por isso deu uma pequena desandada de um lado), depois tire da forma e bom apetite!

Dicas: Acrescentar coco ralado, duas colheres de rum ou então frutas secas como uva passas só tendem a melhorar a receita, no caso das passas, espere o forno já estar trabalhando durante uns 25 minutos para largar as passas para elas ficarem no meio e não todas no alto.

Fotos



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Natal de Poirot

Antes de mais nada, gostaria de agradecer as 120 visitas em dois dias, e a boa recepção que teve junto aos amigos, isso faz com que eu siga escrevendo, e prometo tentar sempre melhorar a cada nova postagem.

Infelizmente hoje a coisa foi punk, e acabei ficando com pouco tempo prá escrever, e pouco antes do banho, reservo para passar uma dica de leitura, prá lá de especial: O Natal de Poirot (Agatha Christie)

"O multimilionário Simeon Lee convida os membros de sua família para passar o Natal em sua propriedade. Este fato é visto com desconfiança por vários parentes, porque Simeon nunca deu provas de que se importasse com eles. Foram convidados, inclusive, Harry, uma espécie de ovelha negra, e Pilar, uma neta que ninguém conhecia. Na verdade, o objetivo de Simeon é desenvolver um jogo sádico com seus familiares. Porém, um convidado inesperado bate à porta: a Morte." (Wikipedia)

"'assassinato dos bons, violento e cheio de sangue' que não tivesse dúvida de ser assassinato!"

Bom, é o livro que acabo de iniciar a leitura por uma razão muito especial, a história tem início em um 22/12 e se encerra no dia 28/12 (divisão de capitulos é diária), e sem ter medo de errar pois Agatha Christie dá prá recomendar até de livro fechado.

Quem não tem a versão impressa, ou não conseguirá, fica a dica prá versão on line em:
http://www.livrosgratis.net/download/793/o-natal-de-poirot-agatha-christie.html

Prá quem quiser ler depois, e a proximidade permitir, dia 29 estará a disposição com toda certeza.

Abraço a todos, e até a próxima postagem.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Rock Gaúcho - Episódio TNT e seus desdobramentos

Seguindo a linha músical da postagem anterior, aproveito para falar um pouco sobre uma das bandas surgidas na coletânea que mudou todo o desenho do rock feito no Rio Grande do Sul.

A coletânea "Rock Grande do Sul" lançada em 1986, promoveu ao grande público 5 ótimas bandas que acabaram dando origem a tantas outras e a projetos solos dos envolvidos. As bandas que participaram do projeto: TNT, De Falla, Engenheiros do Hawaí, Replicantes e Garotos da Rua.

É pauta prá meia dúzia de postagem todo o desdobramente a partir desta coletânea, mas vou me deter ao TNT e seus desdobramentos.

A banda lançou diversos sucessos no final dos anos 80, início dos anos 90 tais como "Entra Nessa", "Ana Banana" e "Quem procura acha". Originalmente formada por: Charles Master, Flávio Basso, Nei Van Soria, Márcio Petracco e Alexandre Birk, também passaram Luciano Albo, Felip Jotz, Fabio Ly, Paulo Arcari, João Santos e Tchê Gomes.

Aí começa a suruba, saem do TNT Flavio Basso e Nei Van Sória, se juntam a Barea e ao Frank Jorge para formarem "Os Cascaveletes" banda que teve sucessos como "Sob um céu de Blues", "Jéssica Rose" entre tantas outras. Fizeram verdadeiras obras como "Menstruada" e "Morte por Tesão", que mesmo sem censura, eram proíbidas de execução pública por si só.

Lembro de ter lido em algum lugar que desgostoso com as letras vazias que beiravam a pornografia, Frank Jorge toca o barco em seu projeto paralelo a Graforreia Xilarmônica. Formação Alexandre Birk, Frank Jorge e Carlos Pianta. A Graforréia flertava com a jovem guarda e fez grandes sucessos como "Amigo Punk", "Literatura Brasileira", "Pensando Nela" e "Eu". Contrariando a teoria das letras 'vazias', a Graforreia teve entre suas composições músicas como "Minha Picardia", "Benga Minueto", "Denis" e "Benga, velha companheira".

Cascaveletes não sobrevive mais por muito tempo, Nei Van Sória segue em carreira solo, Flavio Basso vira Jupiter Maçã, depois Jupiter Apple, depois volta a ser Jupiter Maçã.

Frank ainda participa de mais algumas bandas como Cawboys Espirituais e The Darma Lóvers, além de lançar trabalhos solos e participar da junção de TNT e Cascaveletes na Tenente Cascavel.

Pretendo voltar a falar um pouco mais das outras 4 bandas do Rock Grande do Sul e do desdobramento que tiveram, enquanto isso, deixo para vocês algumas músicas citadas, e uma das situações mais engraçadas da tevê, Cascaveletes lançando música no programa da Angélica (algo impagável perto de um minuto do vídeo):




Graforréia Xilarmônica - Literatura Brasileira


TNT - Entra Nessa


Cawboys Espirituais - Jovem Cawboy



Abraços pessoal, e até a próxima!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Versão Brasileira - A pior da história

Assunto que a tempo gostaria de escrever, foi o que deu na telha para iniciar o pega prá capar deste novo projeto.

Desde que os sucessos musicais, em especial os americanos e ingleses, passaram a chegar em terras tupeniquins, muitas versões foram feitas das mais váriadas bandas, com algumas letras as vezes absurdas, outras tentando aproximar pelo menos o contexto, e outras terríveis.

Escolhi o lado trash prá falar.

De Without You até Paulinha

Canção composta em 1970 por Pete Ham e Tom Evans da banda pop britânica Badfinger, Without You ainda estava atirada no lado B do disco, quando Harry Nilsson viu potencial na música, regravou, lançou o Single, virou sucesso, ganhou prêmios, ficou 4 semanas no topo da Billboard e acabou eternizando a canção que depois foi regravada por diversos artistas incluindo Mariah Carey e até o Punk Brega Wander Wildner (especialmente para a trilha sonora de Houve uma Vez dois Verões).

Até que em 2007 a banda Calcinha Preta lança uma verdadeira obra de marte, uma pequena aberração, um monstro chamado Paulinha. No fundo, a canção trata do mesmo tema, perda de um amor, falta de sentido na vida, só que na versão dos forrozeiros brasileiros, vem acompanhada de dor de barriga.

Versão de Harry Nilsson:



Versão do Calcinha Preta



Versão do Wander Wildner (mode Bairrista funcionando, prá mim a melhor de todas)



Parte cabulosa é que a letra diz que "Eu não posso viver, se viver for sem você", bueno, não sei os motivos, mas ambos os autores cometeram suícidio mais tarde.

Ou a parte mais cabulosa é a dor de barriga tupiniquim? na dúvida, vocês decidam.

Boas Vindas

Bueno gauchada amiga, depois de um tempo afastado desta função de blogueiro, retomo as atividades com uma nova proposta. Meus outros blogs eram específicos sobre determinado assunto, o que acabava tornando vez ou outra massante escrever.

Proposta agora é escrever sobre o que der na telha, uma geléia geral de assuntos interessantes e desinteressantes, bobagem e coisa séria, enfim, reservar um tempo que seria dedicado ao Face, Tuiter ou Orkut para algo um pouco mais produtivo, sem deixar de ser péssimo, gostou, acompanha, comenta, não gostou? critica, fala, enfim, vai que melhore a minha forma de escrever.